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O preço da impreparação

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Os permanentes confinamentos e desconfinamentos e a sensação que esta realidade pode prolongar-se no tempo, aceleraram a tomada de consciência relativamente à importância que a utilização da internet tem nas nossas vidas.

Hoje, mesmo os mais reticentes em aceitar as evidências perceberam que podem garantir que as suas compras de bens alimentares ou de medicamentos (por exemplo) cheguem a casa sem terem de correr riscos, que podem gerir as suas finanças sem se deslocar fisicamente ao banco e que, tão dolorosamente frequente, é a única forma de estar “próximo” da família e dos amigos.

As empresas, independentemente da sua dimensão e preparação foram “apanhadas” neste contexto de elevada incerteza e fizeram o seu melhor para subsistir. Volvidos quase 12 meses os empresários, que sabem que a curva de aprendizagem foi forçosamente acelerada, sentem agora as consequências da ausência de planeamento e o impacto real das ações tomadas sem visão estratégica.

Somos por isso frequentemente abordados por clientes que nos transmitem situações em que investiram em campanhas mal construídas (sobretudo no Facebook, Instagram e Google) e em que o retorno não foi o esperado, fragilizando ainda mais a situação financeira da empresa e gerando problemas de reputação difíceis de traduzir em números. Os episódios que nos relatam e as questões que nos remetem são muitos todavia, seguem-se as duas perguntas mais frequentes entre os micro e pequenos empresários:

“Porque é que as pessoas não se interessam pelas nossas redes sociais?”

“Porque é que não temos visitas no nosso site?”

A estas constantes interrogações (que estão interligadas) lamentamos ter de responder: Porque poucas são as ações que tomaram que estão mesmo na direção certa!

Vamos então começar…

Porque é que as pessoas não se interessam pelas nossas redes sociais?

Ter uma estratégia de conteúdos é muito mais que fazer publicações a vender algo no Facebook e depois “copiar” no Instagram. As verdadeiras marcas de sucesso esforçam-se por entreter, inspirar e transmitir conhecimento de forma consistente pois sabem que só deste modo estarão a criar uma audiência fiel. Quando “todos podem ser nossos clientes” não estamos a orientar a nossa comunicação para nenhum segmento específico e, deste modo, dificilmente conseguimos criar uma verdadeira relação. Querer chegar a todos é não chegar a ninguém. Comece por definir o(s) público(s)-alvo e criar conteúdos que vão ao encontro dos seus interesses!

Porque é que não temos visitas no nosso site?

Além de todas as questões técnicas que podem estar erradas no que respeita à geração de tráfego para um website e, por muito que se invista na promoção em motores de busca, quando as pessoas percebem que estão a ser encaminhadas para um website de uma empresa que lhes vai tentar vender algo, simplesmente não avançam ou avançam e depressa saem. As pessoas não querem que se lhes venda nada, querem ser elas a comprar. Comece por trabalhar a sua marca (atributos, valores, identidade) de modo a criar desejo no cliente!

Se é inegável que as empresas podem (e devem) capitalizar o facto de cada indivíduo entre os 16 e os 64 anos passar em média 145 minutos por dia nas redes sociais (in Statista – Janeiro 2021), é também evidente que o retorno alcançado será proporcional à abordagem que se tenha: quanto mais profissional for a atuação, melhores serão os resultados!

DM7 Fevereiro 2021

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